de experiência em marketing estratégico
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anos
e mercados com contextos e exigências distintas
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países
tipos de empresa — multinacionais, PMEs e startups
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De mercados de grande dimensão a PMEs em crescimento, passando por startups em fase de estruturação. Cada contexto deixou uma perspectiva diferente sobre o que o marketing pode e deve fazer pelo negócio.
Trabalhar de perto com a direcção em organizações de grande dimensão ensinou que o marketing eficaz não é um departamento isolado — é uma função que atravessa pricing, serviço ao cliente, ciclo de vida do produto e processo comercial. O papel era estratégico muito antes de ser operacional.
MULTINACIONAIS
Portugal · França · Luxemburgo
Nas PMEs, o marketing não pode ser teórico. Com orçamentos mais apertados e decisões de impacto imediato, aprendi a priorizar com rigor, o que deve acontecer primeiro, com que retorno esperado, e como medir. Foi aqui que a noção de que “o problema raramente é o marketing” se tornou mais clara.
PMES
Portugal · Suíça
As startups exigem velocidade e adaptação — mas também clareza. Trabalhar em fases de lançamento e crescimento acelerado exige saber separar o que é essencial do que é ruído. Foi o contexto onde mais testei hipóteses, quebrei padrões estabelecidos e aprendi a construir sistemas de marketing que escalavam.
STARTUPS
Multi-mercado
A agenceology nasceu da convicção de que as PMEs portuguesas merecem o mesmo nível de rigor estratégico que as grandes empresas têm acesso. Sem os custos de uma equipa interna, sem a distância de uma grande agência. Com um único ponto de responsabilidade e com a experiência de quem já operou nos dois lados.
HOJE
agenceology
Ao longo de 8 anos, o que ficou claro é que o marketing mais impactante não é aquele que é aquele que está profundamente enraizado na realidade do negócio.
A proximidade com a direcção em vários contextos ensinou-me que o papel do marketing se estende muito além do operacional. Estruturação de serviços, margens, atendimento ao cliente, processo comercial — tudo isto influencia o resultado das acções de marketing. E se não está alinhado, nenhuma campanha resolve.
1 · PERSPECTIVA
Trabalhar em quatro países e em contextos muito diferentes dá uma perspectiva que não se obtém em contexto doméstico. O que funciona num mercado pode não funcionar noutro e saber isso muda como se aborda qualquer problema.
2 · PROXIMIDADE
Trabalhar de perto com direcções em multinacionais e PMEs deu uma visão de negócio que vai além do marketing. Pricing, margens, estrutura de oferta, serviço comercial, estas decisões definem o espaço em que o marketing opera.
3 · RESPONSABILIDADE
Quando há vários prestadores sem coordenação, ninguém é responsável pelo resultado. Opero como parceiro único, o que significa que sou responsável pelo plano, pela execução e pelo resultado. Não há onde esconder.
4 · HONESTIDADE
Já disse a clientes que o problema estava no preço, na oferta ou no processo comercial, não nos canais de aquisição. Não é o que uma agência normalmente diz. Mas é o que permite crescimento real.
PRINCÍPIO FUNDAMENTAL
Nunca proponho serviços antes de perceber o negócio. O diagnóstico é o primeiro passo sempre. É a única forma de garantir que o que fazemos a seguir faz sentido.
PERSPECTIVA DE NEGÓCIO
Preço, oferta, processo comercial, ciclo de vida do cliente — o marketing não pode ser eficaz se estiver desligado destas realidades. Trabalho as duas coisas em conjunto.
RIGOR
Receita, margem, custo de aquisição, taxa de conversão. Não me interessa reportar alcance ou impressões, interessa reportar o que muda no negócio.
CRIATIVIDADE APLICADA
Tenho um talento natural para identificar onde os padrões estabelecidos se tornam bloqueio e para encontrar caminhos alternativos que ninguém considerou. Não é impulsividade: é ver o que os outros não vêem.
EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL
Operar em quatro países com culturas de consumo e negócio diferentes dá uma perspectiva que muda como se aborda qualquer problema sobretudo em PMEs que querem crescer além de Portugal.
PARCERIA
Não quero ser mais um prestador na lista. Quero ser o parceiro estratégico a quem o fundador ou director ligam quando têm uma dúvida importante sobre o negócio.
Ao longo da carreira desenvolvi uma capacidade que é difícil de nomear sem soar a cliché mas que os clientes descrevem como a parte mais valiosa do trabalho em conjunto: a capacidade de questionar o que toda a gente assumia como certo.
Não é criatividade pela criatividade. É uma combinação de experiência em contextos muito diferentes e de uma predisposição natural para perguntar “porquê?” quando toda a gente já passou para o “como?”.
Em prática, isto manifesta-se em momentos concretos quando a empresa AVAC percebeu que o ar condicionado e a bomba de calor deviam ter estratégias completamente diferentes, ou quando o promotor imobiliário percebeu que o problema não era o CPL das campanhas mas o modelo de captação inteiro.
O diagnóstico é o primeiro passo, uma análise honesta do negócio, sem compromisso de continuidade. O relatório é teu.